Mais uma performance do grupo ArcAttack. Tudo real: todo o som que você escuta é produzido pelo zumbido modulado de centenas de milhares de volts cruzando o ar.
Sedentario.org
não nos importa se você não concorda...
Capitão Nascimento acessa e recomenda a porra desse blog porque ele não é muleque!!!
Fazendo uso da liberdade de expressão a gente mostra e expressa tudo o que nos incomoda
Eu quero é que o Ricardo Teixeira e a CBF se fodam, unificação de títulos de c* é Rola
Mais uma performance do grupo ArcAttack. Tudo real: todo o som que você escuta é produzido pelo zumbido modulado de centenas de milhares de volts cruzando o ar.
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Dando continuação à saga, vamos à segunda parte da listagem dessas malditas músicas que grudam em nossas mentes!
1. Saia e bicicletinha – Aviões do Forró
O que falar dessa? Depravação acentuada acerca do corpo feminino, mostrando de um modo machista o principal atributo da moçoila. Mas calma ai, que porra é essa? Ela também não pode reclamar né. Se a biciletinha, como é chamada, é realmente dela, DEVERIA SABER que não dá pra andar de saia ué, senão fica tudo à mostra. E depois ainda tenta se prevenir botando uma mão no guidon e outra na calcinha? Ah, pelo amor né! Para de disfarçar e admite logo que você é uma depravada e que gosta que saibam a cor da sua roupa de baixo, porra!
Óia ela aí!
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2. Leilão – César Menotti e Fabiano
Vamos cantar em uníssono: Eu vou fazer um leilão, quem dá mais pelo meu coração? Beleza, fera. O corpo é seu, mas sinceramente você não acha que tá se oferecendo demais? Críticas para a letra à parte, essa música consegue grudar nos seus pensamentos e impregnar na sua cabeça de uma forma deveras irritante, com um ritmo agradável (não) e uma letra extasiante (não). A solução pra isso? Dá um lance pelo órgão do cara…
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3. Baba Baby – Kelly Key
Puta merda, essa é coisa rara. O mais legal de tudo é que passa a imagem de uma adolescente gostosa que pega vários carinhas, mas que quer dar loucamente pro professor (vide o clipe – sim eu vi o clipe!). Kelly Key na época conseguiu o que queria. Que todo mundo cantasse e gostasse desse melô, um ode ao superficialismo. Mas o que pouca gente percebeu é que pela história ela deve ter uns 16, então caso o professor passasse o ceról nela, constituiria um caso de pedofilia. Que feio, Kelly, que feio.
PORRA MARCELO NOVAES, BABA BABY
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4. Baby – Justin Bieber
E falando em Baby, Justin Bieber aparece em qualquer ranking de músicas chiclete com… qualquer música, pra falar a verdade né. Mas essa, como posso dizer, possui uma cola especial. Repetir três palavras simples, seguido de um gemido um tanto quanto suspeito? SUCESSO! E infelizmente hoje em dia pra uma músuca vingar, basta seguir essa receita (o gemido gay é desnecessário). Gente, tenho que frisar que Justin Bieber não é gay. Atenção, ele só PARECE! BEEIBE BEEIBE BEEEIBE UUUUUUUUUUUUOH.
(Nível de ironia na penúltima sentença do parágrafo anterior: 99,5%)

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5. Créu – MC Créu
Falando em músicas dificeis de decorar, Créu tem que estar na lista. Muita gente vai falar que funk não é música, mas vamos divagando. Pouca gente tem a percepção lírica transmitida de forma subliminar para todos que já ouviram essa melodia tão adorável. Começa num ritmo lento, assim como nossas vidas, e vai acelerando, ao passo que a letra se desenrola acompanhando a existência de todos, que também passa por períodos de turbulência e incontinência intestinal, assimilando-se à nós. Mentira! O MC Créu (nome criativo, ôh!) devia estar chapadão quando cagou essa letra. Santa caralhada, só quem é carioca pra saber o que é aturar isso por mais de um ano (sério!).
Te odeio MC Créu! Ou seria Fido Dido?
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Música chiclete é uma das piores invenções da humanidade. Ter sua cabeça tomada por refrões fáceis, e por muitas vezes sem a sua vontade, é totalmente irritante. E não para por aí: Elas espalham como se fossem pandemia, uma coisa maldita que não sai da boca do povo.
Bem, pensando nisso, resolvi fazer uma lista das músicas que todo mundo (ou quase todo mundo) odeia, mas mesmo assim, tem algum refrão gravado na memória.
1. Cinco Patinhos – Xuxa
Ok, é uma música infantil, mas e daí? Quem nunca ouviu (e entrou em desespero)? Com seus trechos melódicos e repetitivos, ela faz você chegar a um ponto que deseja o triste fim aos pobres filhotinhos da pata. Não é por nada não, mas a Xuxa conseguiu exaltar meu espírito assassino com requintes de crueldade. Xuxa, morra! Ou pelo menos os patinhos né…
2. A lua me traiu – Calypso
Put* que pariu! Sem palavras pra descrever o ódio aguçado que eu sinto só de ouvir essa música. Ainda mais saber cantar (sic) boa parte do seu refrão. Pra começar, já está errado em dizer que o ritmo não é forró. Pra mim é tudo farinha do mesmo saco! E tem mais… a letra não faz sentido. Embalado por trechos como “A lua me traiu (dã)” e “Acreditei que era pra valer” você se pergunta: Como alguém pensou em ter um relacionamento sério com um satélite natural do nosso planeta? Triste! É muita macaxeira nas ideias.
3. Dormi na praça – Bruno e Marrone
Meu deus! Agora sim, chegamos a um ponto importante! A violência doméstica. Ainda mais quando é retratada em trechos de pura cornitude magnânima, mostrando um cara sem atitude e sem… amigos! Porra, o cara foi posto pra fora de casa pela mulher? Ok! Não quer briga? Ok! E não tem amigos? Caramba ein. Aí é que eu digo, só porque é artista sertanejo você tem amigos, ai quando precisa de alguma ajuda, acaba por dormir numa praça suja, sombria, rodeada de jovens transando e implorando piedade pra um guarda.
4. Garçom – Reginaldo Rossi
E falando de cornitude mórbida, como esqucer dele? Além de tocar nossos corações (o meu não) com uma música melosa e triste, com versos bregas, nos mostra algo que foi citado aqui na musica acima… a falta de amigos! O cara foi desabafar com um garçom, num bar. Calma ai, além disso estar errado, ele tem um problema, o cara é alcoolatra, meu! Fica reclamando na mesa do bar, que o grande amor vai se casar, e ao invés de levantar a merda da bunda da mesa e ir fazer algo, ele fica se lamuriando aos goles de bebidas baratas (leia-se vinho sultão e coisas do tipo) e chorando. De boa? Dê a bunda pra um travesti na esquina, tire fotos e poste no orkut para todos poderem ver o quão merda você é.
5. Rebolation – Parangolé
Qualquer música que em seu conteudo, não tenha mais do que meia duzia de palavras, não deve ser levada à sério. Ainda mais quando é cantada por um aprendiz de Rodrigo Ferraz, numa banda com nome de origem duvidosa. Tudo bem, é hit, é modinha, mas… A piadinha da “Mão na cabeça! *gritando*, porque vai começaaaaaar… o rebolation, rebolation-tion” já ta estressando! Pelo amor né. Cada coisa hoje em dia que faz sucesso…
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Essas são as músicas chiclete, porque irritam com os refrões. Mas e quando o que te irrita são os cantores responsáveis pelo crime (hediondo) contra à sociedade? Óbvio que ao falar disso tô citando indiretamente Justin Bieber e Luan Santana. Se você por acaso gosta de um desses citados, devo te dizer: há saída, não desista, lute contra.
Ah sim, Cine e Restart e qualquer coisa colorida além de Power Rangers, não presta. Abs
Foi a partir desse disco que Roger Waters assumiu o posto de principal compositor da banda. Eles ainda chegaram a compor juntos, no maravilhoso ‘Wish you Were Here’, mas a partir de ‘Animals’, as composições de Waters iriam prevalecer entre as demais. ‘Animals’ foi o disco que iniciou o período de grandes shows extravagantes da banda, onde um gigante porco inflável era exibido no céu durante a performance. Mas com ‘The Wall’, Waters apresentou uma ópera-rock completamente extravagante.
Mas o primeiro disco do Floyd sob nova liderança, ‘A Momentary Lapse of Reason’ ainda estava longe de ser um legítimo disco do Floyd e também parecia mais um disco solo de Gilmour. Porém os shows continuaram apoteóticos e novamente a banda estava em cadeia nacional tocando ao vivo, desta vez no o cenário de Veneza. Essa turnê foi gravada e lançada no ano seguinte, no ‘Delicate Sound of Thunder’.




































